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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Pururuca

Pururuca

Nome científico: Casearia rupestris.

Sinônimos populares: Fruta curau de milho, guaçatonga açu e guaçatonga graúda.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Goiás.

Características: É uma árvore de até 7 metros de altura com tronco único ou bifurcado, cinza-claro, meio amarronzado, liso. Folhas ovaladas, opostas, levemente serreadas, verdes-brilhantes. Frutos redondos, com pele enrugada, pontos salientes. Quando se abrem expõem as sementes recobertas por uma polpa amarela e adocicada, muito saborosa e apreciada por pássaros.

Habitat; Mata atlântica, mata de transição e cerrado baixo.

Tipo de solo: Semi-ácido e bem drenado.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.

Plantio: Utilize sementes frescas. Plante em solo semi-ácido. Leva de 30 a 60 dias para germinarem. Frutificam com 4 ou 5 anos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Ao encontrar frutas na mata, espalhe suas sementes e contribua para a manutenção da vida em todas as extensões da cadeia alimentar.

Abraço preservacionista!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Guamuçaí (açaí-da-mata)

Guamuçaí (açaí-da-mata)

Nome científico: Stylogyne depauperata.

Sinônimos populares: Ardísia, capororoca, azeitoninha e pau-de-charco.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia.

Características: É uma arvoreta que pode chegar aos 4 metros de altura (dependendo da quantidade de luz recebida), mas raramente ultrapassa os dois metros de altura. Pouco ramificada, caule simples a quíntuplo, cinza. Possui folhas opostas, ovaladas, verdes-claras. Flores pequenas, branco-amareladas. fruto em cachos, arredondados, negros, muito saborosos.

Habitat: Mata atlântica, mata de transição e cerrado.

Tipo de solo: Gosta de solos semi-ácidos, bem drenados.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno. Sua altura depende da quantidade de luz recebida. Quanto maior a quantidade de luz, menor o tamanho.

Multiplicação: Por sementes.

Plantio: Suas sementes devem ser plantadas em solo semi-ácido. Levam de 30 a 60 dias para nascerem. A planta é de crescimento médio, frutificando com cerca de 6 anos.

Status ecológico: Ainda sem risco de extinção.

Dica: Quando encontrar frutas na natureza, ajude a dispersar suas sementes, contribuindo, assim, para a preservação das espécies.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Guamirim-da-flor-rosada

Guamirim-da-flor-rosada

Nome científico: Calyptranthes concinna.

Sinônimos populares: Cambuí-ornado e guamirim-enfeitado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, de centro a sul.

Características; É uma árvore de até 4 metros de altura. essa altura varia de acordo com a quantidade de luz recebida. Se estiver exposta a sol direto, alcança uns 2 metros e fica com a copa mais fechada, se estiver à orla de uma mata e receber menos luz, fica menos copada e mais alta. Possui folhas opostas, ovais, com cerca de 6 centímetros, verdes, brilhantes. Flores em tom róseo-claro. frutos em pequenos cachos, redondos, pretos quando maduros, medindo cerca de 9 mm. possuem ótimo sabor, similar ao do jambolão.

Habitat: Cerrado, campos abertos e orlas de matas.

Tipo de solo: Ácido a semi-ácido, bem drenados.



    Foto:Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Pitanga-de-perdiz

Pitanga-de-perdiz

Nome científico: Eugenia observa.

Sinônimos populares: Guamirim-vermelho-de-cerrado e guamirim-de-perdiz, maroto e maroquinha.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre nas regiões Sudeste e Centro-oeste do Brasil, nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Características: É um arbusto de até um metro de altura, com média ramificação, folhas ovais, coreáceas, alternadas, opostas, verdes-brilhantes. Floração ocorre nos meses de setembro e outubro. Flores amarelas- pálidas, quase brancas. Frutifica nos meses de outubro a dezembro. frutos ovais, vermelhos com pouca polpa, adocicados, saborosos.

Habitat: Cerrado aberto ou campo sujo.

Tipo de solo: Ácido a semi-ácido, bem drenado.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: Sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.

Plantio: A semente deve ser plantada fresca. Para a quebra de dormência, deixe a de molho numa vasilha com água e ácido giberélico ou NPK 8-14-8 por uma semana. Semeie usando terra comum, sem adubo. Leva de 30 a 60 dias para nascerem. A muda pode ser plantada em local definitivo com seis meses após a brotação. Faça uma cova de 40 x 40 x 40 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem.

Observação: Ao caminhar pelo cerrado durante o período de frutificação, espalhe sementes, plante. Assim contribuímos para a preservação de espécies e do meio ambiente como um todo. A natureza agradece.
Abraço preservacionista!

domingo, 27 de novembro de 2016

Cipó-fogo

Cipó-fogo

Nome científico: Doliocarpus dentatus.

Sinônimos populares: Cipó-vermelho, cipó-de-fogo, cipó-mata-sede e sambaíba.


 Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre de forma desordenada em todo o território brasileiro.

Características: É uma planta trepadeira, podendo tornar-se arbusto em moita quando não encontra suporte para subir. Folhas cartáceas (textura semelhante a da cartolina), alternas, ovais, verdes-brilhantes. O caule é um cipó contorcido, com casca pardo-avermelhada. Flores pequenas. fruto em forma de baga capsular, com uma ruptura ao meio, ruptura essa que se abre voluntariamente, expondo o arilo branco e adocicado.

Habitat: Gosta de orlas de matas, matas ciliares e capoeiras.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, bem drenados e pouco compactados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Sua semente deve ser plantada fresca. Leva de 30 a 70 dias para nascer.

Utilidades: Seu fruto é muito apreciado por pássaros e pode ser consumido por humanos. Muito saboroso. Esse cipó é bastante usado para sobrevivência na selva, pois, as partes grossas do seu caule retém muita água.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

Lagarto-preguiça

Lagarto-preguiça

Nome científico: Polychrus acutirostris.

Sinônimos populares: Papa-vento, bicho-preguiça, camaleão-preguiça, lagarto-arborícola, lagarto-cego e calango-cego.


    Foto: Daniel Caralho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nas regiões nordeste, centro-oeste, sudeste e sul.

Características: É um lagarto comprido, podendo chegar a 70 centímetros de comprimento, ao primeiro contato parece muito magro, cauda fina e preênsil, com a qual se prende nos galhos para escalar. Pode ser facilmente confundido com um galho seco. Sua coloração (que pode mudar levemente) é cinza claro com manchas negras por todo o corpo. É chamado de lagarto-preguiça por causa do modo lento como se move, artifício usado para confundir seus predadores. Uma característica marcante é que pode mover os olhos em direções diferentes, conseguindo, assim, uma maior vigília no ambiente em que estiver. Não é cego e tampouco venenoso, conforme crença popular.

Hábitos sociais: Vive solitário.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos e aranhas.

Habitat: Gosta de árvores e arbustos bem esgalhados ou próximo a eles, tanto no cerrado quanto na caatinga.



   Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: A fêmea põe, em média, 20 ovos, que levam 4 meses para incubar. Normalmente ela os põe em setembro ou outubro, em meio a folhas e ocos de árvores. Filhotes nascem com cerca de 4 centímetros de comprimento, totalmente independentes. Os pais não participam do seu desenvolvimento. atingem a idade adulta com aproximadamente um ano.

Predadores: Aves de rapina, aranhas e serpentes.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Paturi

Paturi

Nome científico: Dendrocygna viduata.

Sinônimos populares: Irerê, marrecão, siriri, marreca-viúva e marreca-piadeira.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, boa parte da América do Sul e América Central, África, Madagascar e Ilhas Comoras.

Características: É uma ave com cerca de 65 centímetros de comprimento, com bico cinza-escuro, achatado, máscara branca, pescoço negro, peito castanho e o resto do corpo misturado preto com branco (carijó).

Habitat: Vive em lagoas, rios  e córregos lentos.

Hábitos sociais: Vive aos casais. podem ser vistos em pequenos bandos durante a alimentação.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de plantas submersas, gramíneas, pequenos peixes, girinos e larvas de insetos como as da libélula, por exemplo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Faz seu ninho no chão, normalmente camuflado entre gramíneas, põe em média 12 ovos que levam cerca de 25 dias para eclodirem. Os pais revezam na choca dos ovos e no cuidado com os filhotes.

Predadores: Aves de rapina, serpentes aquáticas e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!