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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Tuim

Tuim

Nome científico: Forpus xanthopterygius.

Sinônimos: Cuiúba, papacum, periquito-de-são-josé.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Colômbia, Bolívia, Paraguai, Peru e Brasil.

Habitat: Gosta de espaços abertos como campos, cerrados, caatingas e várzeas.

Características: É um pássaro de cerca de 15 centímetros de comprimento com o corpo variando entre o verde-claro, quase amarelo, até o verde-escuro no dorso. Um diferencial em relação a outros periquitos é o detalhe azul nas últimas penas das asas, visto principalmente durante o voo.

Hábitos sociais: Vivem aos casais e podem se reunir em grupos para se alimentarem.

Hábitos alimentares: Se alimentam de sementes, frutas, flores e algumas ervas.



    Foto: Evandro Carlos ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ocos de árvores, em casas desocupadas de joão-de-barro e em cupinzeiros nas árvores. Põem de 3 a 8 ovos que levam, em média, 17 dias para chocarem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, micos-estrela e algumas serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço a todos!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Periquito-de-encontro-amarelo

Periquito-de-encontro-amarelo

Nome científico: Brotogeris chiriri.

Sinônimos: Periquito-de-asa-amarela e periquito-estrela.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência:  Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Peru e Brasil, nas regiões Centro-oeste, Sudeste, Sul e parte do Nordeste.

Habitat: Gosta de espaços abertos como cerrados, campos, caatingas, várzeas e capoeiras.

Características: É uma ave de cerca de 15 centímetros, verde-claro, bico pequeno, uma anel de cor clara ao redor dos olhos, sem penas, parte de suas asas são amarelas, o que é visto principalmente durante o voo.

Hábitos sociais: Vivem aos casais ou em grupos. Mesmo em grupo é possível visualizar como os casais se distinguem um do outro.

Hábitos alimentares: Se alimentam de frutos, principalmente frutos com casca dura, sementes, flores e, mais raramente, néctar.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ocos de árvores, em casas abandonadas de joão-de-barro e em cupinzeiros de árvores, onde escavam seus próprios ninhos.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço a todos que fazem algo em prol da preservação!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Tesoureiro

Tesoureiro

Nome científico:  Tyrannus savana.

Sinônimos: Tesourinha, tesoureira, tesoura, tesourinha-do-campo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre em toda a América do Sul e em parte da América do norte. É uma ave migratória, sendo vista em grande quantidade em alguns períodos do ano e quase nunca em outras.

Habitat: Como o próprio nome científico sugere, gosta de savanas, espaços abertos como o cerrado, a caatinga e orlas de matas.

Características: É um pássaro de cerca de 40 centímetros de comprimento, sendo quase a metade de cauda. Possui a parte de cima da cabeça preta, garganta e parte do pescoço, peito e ventre brancos, dorso marrom escuro, quase negro. Possui voo elegante, principalmente durante a captura de insetos.

Hábitos sociais: Vivem em grupos, raramente aos casais.

Hábitos alimentares: Se alimentam de pequenas frutas como o da erva-de-passarinho (ajudam a disseminar a espécie, pois, não ingerem as sementes, e, ao limpar o bico nas árvores, deixam as sementes plantadas) e insetos capturados durante o voo.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em barrancos ou em árvores altas, põem de 1 a 3 ovos que levam, em média, 14 dias para eclodirem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e algumas serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.
Abraço!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Fruta-azul

Fruta-azul

Nome científico: Coccocypselum lanceolatum.

Sinônimos: Cauabori, veludo-rasteiro e azulzinha-do-bosque.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados do Sul, Sudeste e Nordeste.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados e matéria orgânica resultante da decomposição de folhas das árvores. Cresce sob a meia-sombra proporcionada pelas árvores do cerrado, dos campos eou da caatinga.

Características: É uma planta rasteira de cerca de 50 centímetros de diâmetro, com folhas aveludadas, verde-escuro, flores roxas e frutos azuis, semelhantes à uma pequeníssima pera. Atualmente vem sendo usada em jardinagem por sua beleza singular. Floresce de dezembro a janeiro e frutifica do final de janeiro à março. Seus frutos são comestíveis e dão um suco de sabor ímpar, diferente.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Como fazer a semeadura: Suas sementes são negras e minúsculas. Semeie sobre um canteiro previamente preparado com terra fofa e folhas moídas. Proteja contra o sol direto. As sementes levam de um até seis meses para brotarem.

Status ecológico: Devido à grande colheita de seus frutos, sem deixar semente em seu habitat natural, em alguns lugares já se encontra em extinção.

É importante ao encontrá-la na natureza, semear suas sementes no solo ao redor da planta mãe.
A natureza agradece!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Marreca-cabocla

Marreca-cabocla

Nome científico: Dendrocygna autumnalis.

Sinônimos: Asa-branca e marajoara.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Argentina, Bolívia e Brasil.

Habitat: Vivem em lagoas, alagados, brejos e rios.

Características: São aves de 50 a 60 centímetros de comprimento, com bico achatado (típico de marrecos e patos), vermelho, dorso marrom-ferrugíneo, ventre preto, parte de cima da cabeça marrom, parte central da cabeça, cinza, pescoço marrom e peito cinza bem claro, quase branco, asa marrom com alguma penas brancas, vistas em maior quantidade quando está de asas abertas, pernas e pés vermelhos.

Hábitos sociais: Vivem em trios ou casais.

Hábitos alimentares: Comem sementes, folhas, arroz, vermes, larvas, pequenos crustáceos e pequenos peixes.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ocos de pau, palmeiras ou no solo. Podem fazer uso comunitários de um mesmo ninho. Põem, em geral, 2 ou 3 ovos, que levam entre 26 e 28 dias para chocarem. O casal ou o trio cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, serpentes que vivem perto ou dentro da água e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Jaçanã

Jaçanã

Nome científico: Jacana jacana.

Sinônimos: Cafezinho, casaca-de-couro, ferrão, japiaçó, marrequinha, menino-do-banhado, nhaçanã, piaçó, piacoça, pia-sol e narceja.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em quase toda o continente americano e em todo o Brasil.

Habitat: Vive em lagoas, rios, inundados e brejos.

Características: É uma ave de cerca de 40 centímetros, pernas compridas e finas, pretas, com dorso e parte superior das asas vermelho-amarronzado, peito, pescoço e cabeça pretos, bico amarelo e um escudo frontal vermelho perto dos olhos.

Hábitos sociais: Vivem aos casais ou em grupos. Uma fêmea pode ter mais de um macho, formando, às vezes, pequenos haréns.

Hábitos alimentares: Se alimentam de pequenos grãos e sementes, insetos e larvas aquáticas.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em micro-ilhas formadas por capim e plantas aquáticas. Põem 4 ovos que levam cerca de 28 dias para chocarem. As fêmeas se rivalizam muito, podendo até matar os filhotes uma da outra. O curioso é que o macho não faz nada para proteger os filhotes de outras fêmeas porque parece não se lembrar de sua parceira, podendo até mesmo cruzar com a fêmea invasora.

Predadores: Aves de rapina, serpentes com hábitos aquáticos e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.
Abraço!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Biguá

Biguá

Nome científico: Phalacrocorax brasilianus.

Sinônimos: Não possui.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Parte da América do Sul, Estados Unidos e Brasil.

Habitat: Vivem em margens de rios e lagoas.

Características: É uma ave grande com cerca de 75 centímetros de comprimento, envergadura de 1,5 metro, negra, pescoço comprido, bico grande e fino, cinza com a base amarela.

Hábitos sociais: Vivem em grupos de 3 a 12 indivíduos, raramente solitários ou só aos casais.

Hábitos alimentares: Comem peixes, crustáceos, larvas de insetos aquáticos e pequenos anfíbios.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ninhais nas copas de árvores altas em beiras de lagoas ou locais inundados. Põem de 3 a 4 ovos que levam 24 dias para chocarem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina (que atacam os filhotes) e serpentes aquáticas ou do meio aquático.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Importante: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!