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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Teiú

Teiú

Nome científico: Existem várias espécies de teiú, sendo as três de maior ocorrência: Tupinambis teguixim, Tupinambis refescens e Tupinambis merianae.

Sinônimos: Tiú, lagartiú, teju, jacuaru e caruaru.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em boa parte da América dos Sul e em todo o Brasil.

Características: É uma lagarto grande (pode chegar a 2 metros de comprimento) que varia de coloração de cordo com a idade ou espécie, pode ser negro, esverdeado ou vermelho amarronzado, mas sempre com listras e pintas por todo o corpo. Normalmente foge com a aproximação do ser humano. Mas pode se tornar agressivo com animais domésticos ou se for encantoado.

Habitat: Gosta de locais com folhas e cipoais onde possa se esconder com facilidade. Adapta-se no cerrado, na caatinga e em matas mais fechadas.

Hábitos sociais: Vive solitário.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de vegetais, artrópodes, carniça, pequenos vertebrados, ovos e camundongos e ratos.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Escolhe tocas em ocos nas raízes de árvores ou aproveita buracos feitos por tatu. Põe cerca de 30 ovos que levam em torno de 90 dias para eclodirem. Os filhotes já nascem autônomos, sendo cópias fiéis dos adultos. A maioria não chega a idade adulta.

Predadores: Filhotes são predados por outros lagartos, cobras e aves de rapina. O adulto pode ser atacado por onças pardas, jaguatiricas, aves de rapina, etc.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Bacupari

Bacupari

Nome científico: Garcinia gardneriana, Garcinia madruno, Garcinia brasiliensis, etc.

Sinônimos: Bacopari, bacoparé, escropari, limãozinho, mangostão-amarelo e remelento.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre em todo o Brasil, mas com maior incidência na Amazônia.

Ambiente: É uma planta que adapta-se em quase qualquer tipo de ambiente, dada a sua distribuição em praticamente todos os biomas.

Características: É uma árvore de média a alta, chegando aos 17 metros de altura. Bastante esgalhada, com folhas ovadas, verde-brilhante a verde-escuro, dependendo da luminosidade disponível. Floresce de julho a setembro e frutifica de outubro a janeiro. Seus frutos são meio ovalados, com um biquinho. Sua polpa é doce e remelenta.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Plantio: As sementes devem ser retiradas do fruto maduro e não podem ser estocadas por muito tempo. De preferência devem ser plantadas ainda frescas. Use uma mistura de solos e adubos orgânicos, fure pequenos buracos de cerca de 5 centímetros de profundidade, coloque a semente e cubra. Leva entre 15 e 45 dias para nascer.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Indaiá-do-cerrado

Indaiá-do-cerrado

Nome científico: Attalea geraensis.

Sinônimos: Indaiá, coquinho-do-cerrado, palmeira-indaiá-do cerrado e catolé.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em todo o bioma do cerrado, com maior concentração em Minas Gerais e Goiás.

Ambiente: Gosta de solos ácidos e bem drenados, exposição direta ao sol e ótima ventilação.

Características: É uma palmeira com caule subterrâneo, folhas em forma de palma de até 3 metros de comprimento. Floresce entre maio e julho e frutifica entre junho e setembro. Emite um cacho, bem junto ao solo, com flores amarelo-pálidas e frutos arredondados de casca bem dura e amêndoa bastante apreciada.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos




Formas de uso: Suas folhas são empregadas no artesanato e em coberturas de telhados. Seu fruto é consumido in natura.

Status ecológico: Ainda não corre perigo iminente de extinção, mas seu habitat vem sendo ameaçado pelo avanço de pastagens e agropecuária.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

jatobá

Jatobá

Nome científico: Hymenae courbaril.

Sinônimos: Jataí, jutaí e pão-de-ló-de-mico.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre praticamente em todo o Brasil.

Características: É uma árvore alta, 40 metros, em média, copada. Folhas alternas, pecioladas, compostas de dois folíolos ovais. Inflorescência panicular, flores miúdas. O fruto é uma vagem de 25 centímetros, contendo 4 ou 5 sementes. A poupa do fruto é seca, farinhosa, adocicada e comestível.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Formas de uso: Sua madeira de cor vermelho-escura, dura e muito resistente, é empregada na marcenaria para fazer móveis de luxo ou vigamentos. Suas folhas, resina e frutos são usados para fins medicinais.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Pássaro-preto

Pássaro-preto

Nome científico: Gnorimopsar chopi.

Sinônimos: Graúna, chico-preto, arranca-milho, chopim, chupão, assum-preto e cupido.

Ocorrência: Ocorre em todo o Brasil, menos na Amazônia.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves



Características: É um pássaro todo preto, inclusive os pés, pernas e bico, com cerca de 25 centímetros de comprimento. Possui canto melodioso.

Habitat: Gosta de espaços abertos como orla de lagoas, margens de rios e córregos, coqueirais.

Hábitos sociais: Vive em bandos ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de frutos, sementes, insetos e artrópodes.

Reprodução: Faz seu ninho em ocos de árvores, em forquilhas de árvores altas e entre as folhas de palmeiras altas. Põe de 3 a 4 ovos que levam em torno de 14 dias para chocarem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina.

Status ecológico: Corre risco de extinção por duas razões: 
1- Por ser mantido em cativeiro por causa do seu canto melodioso;
2- Por que é envenenado às centenas por invadirem plantações de arroz e de milho.
O homem continua a ser o maior perigo para os animais, infelizmente.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Caviúna-do-cerrado

Caviúna-do-cerrado

Nome científico: Dalbergia miscolobium.

Sinônimos: Jacarandá-do-cerrado, cabiúna, cabiúna-do-campo, canzileiro, uraúna, pau-preto e jacarandá-caviúna.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais. É uma planta típica do cerrado.

Características: É uma árvore de até 8 metros de altura, tronco retorcido, casca grossa, em escamas, folhas imparipenadas, orbiculares, madeira amarela que se escurece quando seca. Floresce no fim do outono e frutifica no inverno.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Usos da madeira: Por ser muito retorcida, sua madeira só é empregada para pequenos trabalhos em carpintaria.

Status ecológico: Como toda planta de cerrado é ameaçada pelo dematamento para se fazer pastagens ou usos agrícolas. 

Abraço preservacionista!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Palmeira-butiá

Palmeira-butiá

Nome científico: Butia archeri.

Sinônimos: Butiá, butiá-do-cerrado, palmeira-de-vassoura, coqueiro-butiá.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Goiás.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados, locais com boa ventilação e luminosidade intensa.

Características: É uma palmeira cujo tronco alcança, no máximo, um metro de altura, com palmas de até 1,20 de comprimento, verde-fosco. Floresce e frutifica no fim da primavera. Flores e frutos em cachos.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Utilidade: Suas palmas são utilizadas para fabricação de vassouras artesanais. Embora ainda pouco utilizada como planta ornamental, já está sendo reproduzida para esse fim.

Status ecológico: Em risco iminente de extinção. Ameaçada pela derrubada do cerrado para dar lugar a pastagens ou agropecuária.

Abraço preservacionista!