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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Garça-moura

Garça-moura

Nome científico: Ardea cocoi.

Sinônimos: João-grande, maguari, socó-de-penacho, baguari, socó-grande, mauari.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Argentina, Chile, Panamá e em todo o Brasil.

Habitat: Vivem em alagados, brejos, lagoas e margens de rios.

Características: É considerada a maior das graças brasileiras com até 1,40 metro de altura, com uma envergadura de cerca de 1,90 metro. Seu corpo mescla branco com cinza, topete preto, tufo branco no pescoço, algumas penas pretas ao longo do pescoço, bico amarelo com base preta.

Hábitos sociais: Vive solitária, só se encontrando para reprodução.

Hábitos alimentares: Sua dieta é variada. Come peixes, anfíbios, caranguejos, moluscos e pequenos répteis como filhotes de jacaré.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos, normalmente em ninhais, em árvores bastante altas, nas margens de rios, põem de 3 a 4 ovos, que levam em torno de 25 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, no caso dos filhotes, serpentes aquáticas e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum dos animais fotografados e usados em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Melro

Melro

Nome científico: Molothrus bonariensis.

Sinônimos: Vira-bosta, azulego, maria-preta, chopim, chupim, cupido, godero, gaudério, papa-arroz-escuro e shiny cowbird.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em toda a América, menos nos Andes.

Habitat: Gosta de espaços abertos como campos, várzeas, cerrados, orlas de matas, etc.

Características: É um pássaro de cerca de 20 centímetros de comprimento, com o corpo todo azul-escuro, que conforme a perspectiva parece preto. Possui canto melodioso.

Hábitos sociais: Vivem sozinhos ou aos casais, reunindo-se em bandos para se alimentar.

Hábitos alimentares: Se alimentam de insetos e sementes. Uma peculiaridade que lhe rendeu o nome de vira-bosta é que costuma revirar as fezes de bovinos em busca de sementes não digeridas.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Essa espécie não faz ninhos e tampouco cuida dos filhotes, pois, põe seus ovos em ninhos parasitados, em que se alimentam dos ovos de outras aves ou põe os seus juntamente com os ovos da ave parasitada. O interessante é que seus ovos eclodem com 11 ou 12 dias, normalmente primeiro do que os filhotes das aves parasitadas, de forma que quando os outros nascem eles já estão mais fortes para brigar pela comida oferecida pelos pais parasitados ou são fortes o suficiente para os expulsarem do ninho..

Predadores: Aves de rapina, micos e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Frango-d'água-comum

Frango-d'água-comum

Nome científico: Gallinula galeata.

Sinônimos:  Galinhola, jaçanã-galo, peituda e galinha-d'água.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil, porém com rara ocorrência na Amazônia.

Habitat: Gosta de lagos e lagoas, raramente em rios.

Características: É uma ave de cerca de 40 centímetros de comprimento. Possui o corpo cinza escuro. Olhando de longe parece preto. Tem listras brancas nas asas, um escudo frontal vermelho na cabeça, bico, pés e pernas amarelos.

Hábitos sociais: Vivem aos casais ou em trios.

Hábitos alimentares: Se alimentam de invertebrados, pequenos peixes, flores e folhas de plantas aquáticas.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Faz seus ninhos na vegetação encoberta dos lagos. Põe entre 4 ou 5 ovos que levam, em média, 23 dias para chocarem. O casal cuida dos filhotes. 

Predadores: Jacarés e cobras.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Um grande abraço!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Bem-te-vi-pirata

Bem-te-vi-pirata

Nome científico: Legatus leucophaius.

Sinônimos: Bem-te-vi-pequeno.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em todo o Brasil, menos na Amazônia.

Habitat: Gosta de lugares abertos como campos, cerrados, várzeas e orla de matas.

Características: É um pássaro pequeno, cerca de 15 centímetros de comprimento. Se assemelha bastante ao bem-te-vi-rajado, sendo apenas de menor porte.Possui o dorso marrom-acinzentado, com listras mais claras e mais escuras, peito e ventre claros, branco-amarelados, rajados de tons escuros. Possui uma máscara negra ao redor dos olhos.


Hábitos sociais: Vivem solitários ou aos casais.

Hábitos alimentares: Comem frutos e insetos.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Normalmente ocupam ninhos vazios ou tomam o ninho de outras aves. Põem de 2 a 3 ovos que levam, em média, 18 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Saí-azul

Saí-azul

Nome científico: Dacnis cayana.

Sinônimos: Saí-do-bico-fino, saíra-de-bico-fino e saí-bicudo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Praticamente em todos os estados do Brasil.

Habitat: Gosta de orlas de matas, matas ciliares e locais abertos com árvores grandes.

Características: É um pássaro pequeno, medindo entre 12 e 15 centímetros. Possui ventre e peito azuis, com uma mancha preta na garganta, logo abaixo do bico. Tem também uma máscara preta, uma faixa sobre os olhos. Dorso azul com detalhes pretos nas asas e parte superior do dorso.

Hábitos sociais: Vivem aos casais.

Hábitos alimentares: S e alimentam de néctar, insetos que são capturados em pleno voo e frutas.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em árvores altas. Apenas a fêmea constrói o ninho. Põe de 2 a 3 ovos que levam cerca de 15 dias para chocarem. Durante esse período a fêmea praticamente não sai do ninho e é alimentada pelo macho.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Um grande abraço!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Baiano

Baiano

Nome científico: Sporophila nigricollis.

Sinônimos: Papa-capim, papa-capim-de-peito-preto, papa-capim-capuchinho, cabecinha-preta, pretinho, coleiro-baiano, coleiro-paulista e bico-de-prata.

Ocorrência: Em praticamente toda a América do Sul, menos na Amazônia.

Habitat: Prefere espaços abertos como campos, cerrados e orlas de matas. Vivem em capinzais e arbustos, raramente voam alto.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Hábitos sociais: Vivem aos casais no período de reprodução e em bandos fora desse período.

Hábitos alimentares: Se alimentam basicamente de sementes de gramíneas, mas comem insetos como fonte de proteína.

Reprodução: Fazem seus ninhos em arbustos ou árvores baixas, põem de 2 a 3 ovos que levam cerca de 13 dias para chocarem, podendo ter até 3 ninhadas por ano. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Serpentes arborícolas e outras aves que podem se alimentar de seus ovos.

Status ecológico: Abundante em algumas regiões e quase extinto em outras.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Um grande abraço!


terça-feira, 15 de outubro de 2013

Barbudinho

Barbudinho

Nome científico: Phylloscartes eximus.

Sinônimos: Não possui.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, na região Sul e algumas partes da região Sudeste.

Habitat: Campos abertos como várzeas e bordas de matas, lugares próximo a pontos de água como lagoas e brejos.

Características: É uma ave pequena, cerca de 15 centímetros, dorso e parte superior da cabeça cinza, parte inferior da cabeça branco-amarelado, com penugem saliente, parecida com uma barba, peito e ventre amarelos.

Hábitos sociais: Vivem solitários ou aos casais.

Hábitos alimentares: Comem insetos, sementes e frutos.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em cipoais ou árvores bem copadas e protegidas. Põem de 2 a 3 ovos que levam cerca de 17 dias para chocarem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, serpentes arborícolas, micos e outras aves que podem  se alimentar de seus ovos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, encontrando-se em plena liberdade na natureza.

Abraço!