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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Periquito-de-encontro-amarelo

Periquito-de-encontro-amarelo

Nome científico: Brotogeris chiriri.

Sinônimos: Periquito-de-asa-amarela e periquito-estrela.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência:  Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Peru e Brasil, nas regiões Centro-oeste, Sudeste, Sul e parte do Nordeste.

Habitat: Gosta de espaços abertos como cerrados, campos, caatingas, várzeas e capoeiras.

Características: É uma ave de cerca de 15 centímetros, verde-claro, bico pequeno, uma anel de cor clara ao redor dos olhos, sem penas, parte de suas asas são amarelas, o que é visto principalmente durante o voo.

Hábitos sociais: Vivem aos casais ou em grupos. Mesmo em grupo é possível visualizar como os casais se distinguem um do outro.

Hábitos alimentares: Se alimentam de frutos, principalmente frutos com casca dura, sementes, flores e, mais raramente, néctar.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ocos de árvores, em casas abandonadas de joão-de-barro e em cupinzeiros de árvores, onde escavam seus próprios ninhos.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço a todos que fazem algo em prol da preservação!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Tesoureiro

Tesoureiro

Nome científico:  Tyrannus savana.

Sinônimos: Tesourinha, tesoureira, tesoura, tesourinha-do-campo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre em toda a América do Sul e em parte da América do norte. É uma ave migratória, sendo vista em grande quantidade em alguns períodos do ano e quase nunca em outras.

Habitat: Como o próprio nome científico sugere, gosta de savanas, espaços abertos como o cerrado, a caatinga e orlas de matas.

Características: É um pássaro de cerca de 40 centímetros de comprimento, sendo quase a metade de cauda. Possui a parte de cima da cabeça preta, garganta e parte do pescoço, peito e ventre brancos, dorso marrom escuro, quase negro. Possui voo elegante, principalmente durante a captura de insetos.

Hábitos sociais: Vivem em grupos, raramente aos casais.

Hábitos alimentares: Se alimentam de pequenas frutas como o da erva-de-passarinho (ajudam a disseminar a espécie, pois, não ingerem as sementes, e, ao limpar o bico nas árvores, deixam as sementes plantadas) e insetos capturados durante o voo.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em barrancos ou em árvores altas, põem de 1 a 3 ovos que levam, em média, 14 dias para eclodirem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e algumas serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.
Abraço!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Fruta-azul

Fruta-azul

Nome científico: Coccocypselum lanceolatum.

Sinônimos: Cauabori, veludo-rasteiro e azulzinha-do-bosque.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados do Sul, Sudeste e Nordeste.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados e matéria orgânica resultante da decomposição de folhas das árvores. Cresce sob a meia-sombra proporcionada pelas árvores do cerrado, dos campos eou da caatinga.

Características: É uma planta rasteira de cerca de 50 centímetros de diâmetro, com folhas aveludadas, verde-escuro, flores roxas e frutos azuis, semelhantes à uma pequeníssima pera. Atualmente vem sendo usada em jardinagem por sua beleza singular. Floresce de dezembro a janeiro e frutifica do final de janeiro à março. Seus frutos são comestíveis e dão um suco de sabor ímpar, diferente.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Como fazer a semeadura: Suas sementes são negras e minúsculas. Semeie sobre um canteiro previamente preparado com terra fofa e folhas moídas. Proteja contra o sol direto. As sementes levam de um até seis meses para brotarem.

Status ecológico: Devido à grande colheita de seus frutos, sem deixar semente em seu habitat natural, em alguns lugares já se encontra em extinção.

É importante ao encontrá-la na natureza, semear suas sementes no solo ao redor da planta mãe.
A natureza agradece!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Marreca-cabocla

Marreca-cabocla

Nome científico: Dendrocygna autumnalis.

Sinônimos: Asa-branca e marajoara.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Argentina, Bolívia e Brasil.

Habitat: Vivem em lagoas, alagados, brejos e rios.

Características: São aves de 50 a 60 centímetros de comprimento, com bico achatado (típico de marrecos e patos), vermelho, dorso marrom-ferrugíneo, ventre preto, parte de cima da cabeça marrom, parte central da cabeça, cinza, pescoço marrom e peito cinza bem claro, quase branco, asa marrom com alguma penas brancas, vistas em maior quantidade quando está de asas abertas, pernas e pés vermelhos.

Hábitos sociais: Vivem em trios ou casais.

Hábitos alimentares: Comem sementes, folhas, arroz, vermes, larvas, pequenos crustáceos e pequenos peixes.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ocos de pau, palmeiras ou no solo. Podem fazer uso comunitários de um mesmo ninho. Põem, em geral, 2 ou 3 ovos, que levam entre 26 e 28 dias para chocarem. O casal ou o trio cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, serpentes que vivem perto ou dentro da água e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Jaçanã

Jaçanã

Nome científico: Jacana jacana.

Sinônimos: Cafezinho, casaca-de-couro, ferrão, japiaçó, marrequinha, menino-do-banhado, nhaçanã, piaçó, piacoça, pia-sol e narceja.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em quase toda o continente americano e em todo o Brasil.

Habitat: Vive em lagoas, rios, inundados e brejos.

Características: É uma ave de cerca de 40 centímetros, pernas compridas e finas, pretas, com dorso e parte superior das asas vermelho-amarronzado, peito, pescoço e cabeça pretos, bico amarelo e um escudo frontal vermelho perto dos olhos.

Hábitos sociais: Vivem aos casais ou em grupos. Uma fêmea pode ter mais de um macho, formando, às vezes, pequenos haréns.

Hábitos alimentares: Se alimentam de pequenos grãos e sementes, insetos e larvas aquáticas.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em micro-ilhas formadas por capim e plantas aquáticas. Põem 4 ovos que levam cerca de 28 dias para chocarem. As fêmeas se rivalizam muito, podendo até matar os filhotes uma da outra. O curioso é que o macho não faz nada para proteger os filhotes de outras fêmeas porque parece não se lembrar de sua parceira, podendo até mesmo cruzar com a fêmea invasora.

Predadores: Aves de rapina, serpentes com hábitos aquáticos e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.
Abraço!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Biguá

Biguá

Nome científico: Phalacrocorax brasilianus.

Sinônimos: Não possui.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Parte da América do Sul, Estados Unidos e Brasil.

Habitat: Vivem em margens de rios e lagoas.

Características: É uma ave grande com cerca de 75 centímetros de comprimento, envergadura de 1,5 metro, negra, pescoço comprido, bico grande e fino, cinza com a base amarela.

Hábitos sociais: Vivem em grupos de 3 a 12 indivíduos, raramente solitários ou só aos casais.

Hábitos alimentares: Comem peixes, crustáceos, larvas de insetos aquáticos e pequenos anfíbios.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ninhais nas copas de árvores altas em beiras de lagoas ou locais inundados. Põem de 3 a 4 ovos que levam 24 dias para chocarem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina (que atacam os filhotes) e serpentes aquáticas ou do meio aquático.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Importante: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Garça-moura

Garça-moura

Nome científico: Ardea cocoi.

Sinônimos: João-grande, maguari, socó-de-penacho, baguari, socó-grande, mauari.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Argentina, Chile, Panamá e em todo o Brasil.

Habitat: Vivem em alagados, brejos, lagoas e margens de rios.

Características: É considerada a maior das graças brasileiras com até 1,40 metro de altura, com uma envergadura de cerca de 1,90 metro. Seu corpo mescla branco com cinza, topete preto, tufo branco no pescoço, algumas penas pretas ao longo do pescoço, bico amarelo com base preta.

Hábitos sociais: Vive solitária, só se encontrando para reprodução.

Hábitos alimentares: Sua dieta é variada. Come peixes, anfíbios, caranguejos, moluscos e pequenos répteis como filhotes de jacaré.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos, normalmente em ninhais, em árvores bastante altas, nas margens de rios, põem de 3 a 4 ovos, que levam em torno de 25 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, no caso dos filhotes, serpentes aquáticas e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum dos animais fotografados e usados em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!