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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Buriti

Buriti

Nome científico: Mauritia flexuosa.

Sinônimos: Coqueiro-buriti, buritizeiro, miriti, muriti, muruti, palmeira-dos-brejos e carandá-guaçu.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de locais alagados, como beira de lagoas, vertentes, brejos, etc.

Características: É uma palmeira que alcança, em média, 25 metros de altura. Floresce praticamente o ano todo, mas produz mais intensamente nos meses de abril a agosto. Cada cacho pode conter até 500 frutos.

Utilidades: Seu fruto produz excelente óleo usado para frituras sua polpa pode ser usada na preparação de vinho, doces e sorvetes. É bastante empregado na alimentação animal. A fibra de suas folhas é largamente empregada no artesanato, como confecção de esteiras, cordas e chapéus.



    Foto: Evandro Carlos ferreira dos Santos


Importância ecológica: É utilíssimo na manutenção de olhos d'água, ajudando a preservar os mananciais.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Bico-chato-de-orelha-preta

Bico-chato-de-orelha-preta

Nome científico: Tolmomyas sulphurescens.

Sinônimos: Papa-mosca e yellow olive flycatcher ( em inglês).


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em todo o Brasil, mas com uma incidência maior nos estados do Sul e Sudeste.

Características: É uma pássaro com 14 centímetros, em média, com dorso cinza-oliváceo, asas com detalhes bronze, uma listra negra que se estende desde o bico sobre os olhos, peito e ventre cinza-claro ao amarelo-sulfúreo.

Habitat: Gosta de locais sombreados como matas de galeria, bordas de matas, cerrado mais fechado.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos em meio a folhagem no chão ou capturados em voos rasos.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Faz seu ninho pendente em pontas de galhos sobre grotas e córregos. É uma bolsa  negra, feita de um fungo encontrado nas raízes das árvores, o que lhe confere a coloração negra. Põe de 2 a 3 ovos que levam, em média, 18 dias para eclodirem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Serpentes arborícolas como a cobra-cipó.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 29 de julho de 2014

Vinhático

Vinhático

Nome científico: Plathymenia foliosa e Plathymenia reticulata.

Sinônimos: Pau-amarelo, Oiteira, acende-candeia, amarelinho-candeia, pau-de-candeia, paricazinho, vinhático-do-campo, vinhático-branco e vinhático-castanho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em todo o Brasil.

Ambiente: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos. Adapta-se desde o cerrado até a Amazônia.

Características: É uma árvore de porte médio, podendo chegar aos 20 metros de altura, principalmente na Amazônia. Possui tronco quase sempre ereto, casca grossa, meio enrugada, folhas bipenadas com folíolos ovais, flores pequenas, brancas e o fruto é uma vagem achatada.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Formas de uso: Sua madeira amarelada, com alguns riscos escuros, é empregada na confecção de móveis de luxo.

Status ecológico: Sem risco de extinção, embora mereça atenção devido a sua exploração na fabricação de móveis.

Abraço!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Sucupira-preta

Sucupira-preta

Nome científico: Bowdichia virgilioides.

Sinônimos: Sucupira-do-cerrado, sucupira-açu, cutiúba, sucupira-do-campo, sapupira-do-campo, sepifirme, sucupira-da-praia, sebepira, paricarana, acariaçu, sucupiruçu e sicupira.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Bolívia, Paraguai, Venezuela, Guianas e Brasil, nos estados de Goiás, Mato-Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo.

Habitat: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bastante ensolarados, temperatura de média a alta. Adaptou-se bem ao cerrado e matas de transição, locais mais abertos.




    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Características: É uma árvore de até 16 metros de altura, com o tronco quase sempre reto, casca dura, grossa e enrugada, copa pouco densa, folhas compostas pinadas, flores violetas e frutos em pequenas vagens, contendo única semente. Floresce, de acordo com o local, entre junho e setembro e frutifica entre julho e novembro.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Formas de uso: Sua madeira é empregada na fabricação de móveis de luxo, devido a beleza e durabilidade. É empregada também como remédio natural contra várias doenças. Para maiores informações visite o blog wwwplantasquecuram.blogspot.com  .

Status ecológico: Devido ao grande desmatamento do cerrado, corre risco de extinção em alguns locais.

É dever de todos prezar pela preservação do nosso meio ambiente! Ajude-nos a cuidar dele!

terça-feira, 15 de julho de 2014

Beija-flor-tesoura

Beija-flor-tesoura

Nome científico: Eupetomena macroura.

Sinônimos: Tesourão e beija-flor-rabo-de-tesoura.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste.

Habitat: Gosta de espaços abertos como cerrados, campos, matas ciliares e caatinga.

Características: É uma ave que tem, em média, 17 centímetros de comprimento, com bico longo, curvado para baixo, cabeça, pescoço e cauda azul-escuro, peito, ventre e parte superior das asas verde-reluzente.

Hábitos sociais: Vive solitário.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de néctar e de insetos capturados durante o voo.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Faz seu ninho em árvores baixas, bem esgalhadas e com galhos pendentes, usando restos vegetais como fragmentos de folhas, galhos, paina ou algodão e teia de aranha. O macho corteja a fêmea pairando no ar enquanto ela está pousada num galho. Põe de 2 a 3 ovos que levam cerca de 16 dias para eclodirem. Apenas a fêmea constrói o ninho e cuida dos filhotes. Um macho pode acasalar com várias fêmeas e vice-versa, uma vez que vivem sempre solitários.

Predadores: Serpentes arborícolas, micos e algumas aves que se alimentam de seus ovos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Besourinho-de-bico-vermelho

Besourinho-de-bico-vermelho

Nome científico:  Chlorostilbon lucidus.

Sinônimos:  Beija-flor-besourinho-de-bico-vermelho, beija-flor-de-bico-vermelho e esmeralda-de-bico-vermelho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e parte do Nordeste.

Habitat: Gosta de locais abertos como orla de matas, baixo cerrado, várzeas e jardins.

Características: É uma ave pequena, cerca de 10 centímetros, verde-esmeralda, com a pena da cauda azul e o bico vermelho.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de néctar, insetos e aracnídeos.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Faz seu ninho em ramos de pequenos arbustos e árvores pequenas e bastante esgalhadas, usando pedaços de folhas secas, ramos, líquens, algodão ou paina, põe de 2 a 3 ovos que levam em torno de 15 dias para eclodirem. A fêmea cuida dos filhotes.

Predadores: Serpentes arborícolas, lagartos, micos e, muito raramente, aves de rapina.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 1 de julho de 2014

Urubu-da-cabeça-preta

Urubu-da-cabeça-preta

Nome científico: Coragyps atratus.

Sinônimos: Urubu-comum, corvo, urubu-preto e apitã.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente toda a América-do-sul.

Habitat: Gosta de espaços abertos como cerrados, caatingas, campos, razão pela qual não é encontrado na Floresta Amazônica.

Características: É uma ave bastante conhecida, com o corpo todo negro, cerca 62 centímetros de comprimento e 1,40 metro de envergadura, tendo parte da cabeça envolvida apenas por um couro grosso, também negro.

Hábitos sociais: Vive em grupos de até 30 aves.

Hábitos alimentares: É uma parte importante da cadeia alimentar, pois, se alimenta de animais mortos, materiais em decomposição e pequenos animais que não conseguem empreender fuga.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Faz seu ninho em ocos de árvores secas, no meio de pedras, em barrancos e em grotas. Põe de 3 a 4 ovos que levam cerca de 20 dias para eclodirem. Os pais cuidam do filhote.

Predadores: Serpentes e aves de rapina que atacam principalmente os filhotes.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço!