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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Jacarandá-de-Minas

Jacarandá-de-Minas

Nome científico: Jacaranda cuspidifolia.

Sinônimos populares: Jacarandá, caroba, caiuá, jacarandá-branco, pau-de-colher, carobeira, pau-santo e mulher-pobre.


                    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Características: É uma árvore de até 10 metros de altura, tronco alongado, semi-liso, cinza-amarronzado, bastante esgalhada, com folhas compostas, imparipenadas, 35 centímetros em média, com até 10 pares de pinas, folíolos glabros. Flores exuberantes, violetas-azuladas. Os frutos são cápsulas semi-circulares, achatados. Floresce nos meses de setembro a novembro.

Tipo de solo: Prefere solo argiloso, com matéria orgânica, bem drenados.

Habitat: Normalmente é encontrado em várzeas, próximo a lagoas, em vales e campos abertos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Sol pleno.

Plantio: Deve-se colher a semente diretamente na árvore, quando os frutos começarem a abrir. Plante usando saquinhos para muda, com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Mantenha em local fresco de à sombra. Regue diariamente com leveza. Leva entre 12 a 30 dias para nascer. A muda já estará pronta para plantio definitivo entre 4 a 6 meses.

Usos: É usada em paisagismo, em marcenaria e como planta pioneira em recuperação de matas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Quati-de-cauda-anelada

Quati-de-cauda-anelada

Nome científico: Nasua nasua.

Sinônimos populares: Quati-de-bando, quati-sul-americano.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre em boa parte da América do Sul e no Brasil praticamente inteiro, menos em algumas partes do nordeste.

Características: É um mamífero que mede até 1,20 metro de comprimento, sendo que metade dessa medida é a sua cauda. Possui pelo castanho-claro a negro, ventre, garganta e peito branco-amarelados, cauda longa com anéis branco-amarelados e negros. Possui uma máscara negra que vai da base dos olhos ao focinho que, nessa espécie, é alongado; orelhas pequenas e patas negras. Pode chegar a 8 quilos, sendo que o macho é maior do que a fêmea.

Hábitos sociais: Vive em bandos de até 20 indivíduos.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos, pequenos vertebrados como ratos e aranhas, larvas de besouro encontradas debaixo de folhas velhas e ocos de pau e frutos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Ocorre de outubro a fevereiro. A gestação dura entre 10 e 11 semanas. O bando inteiro cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes (no caso dos filhotes), jaguatirica, onça-parda e onça-pintada.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Bagageiro

Bagageiro

Nome científico: Phaeomyas murina.

Sinônimos: Ariri.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, menos nos estados do Rio Grande do Sul e Paraná.

Características: É um pássaro pequeno, com cerca de 12 centímetros de comprimento. Dorso cinza-oliváceo, bico pequeno, asas mescladas de cinza-amarronzado com branco, peito, garganta e ventre amarelos-acinzentados.

Habitat: Gosta de campos abertos, capoeiras, cerrado e orla de matas.

Hábitos sociais: Vivem solitários, em casais ou pequenos bandos.

Hábitos alimentares: Comem insetos nas folhagens e galhos de árvores e frutos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho em forquilhas de árvores com até 6 metros de altura. Põe dois ovos que levam entre 15 e 18 dias para chocar. Ambos os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Chuchu-do-cerrado

Chuchu-do-cerrado

Nome científico: Araujia sericifera.

Sinônimos: Cipó-paina, payaguá-rembiú.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: É encontrado na Argentina, Paraguai e no centro-sul brasileiro.

Características: É um cipó pouco ramificado, caule cilíndrico, folhas simples, alternas, triangulares-oblongas, verde-claras. Flores róseo-arroxeadas. fruto meio ovalado, verde-fosco. Quando seca, abre-se e libera suas sementes em forma de paina. Frutifica de fevereiro a agosto.

Habitat: Gosta de matas ralas ou bordas de matas.

Tipo de solo: Solos semi-ácidos a férteis, bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Usos: Os frutos, quando verdes, podem ser consumidos cozidos da mesma forma que o chuchu doméstico. Quando maduros, são consumidos por alguns pássaros.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Gavião-de-coleira

Gavião-de-coleira

Nome científico: Falco rufigularis.

Sinônimos: Cauré, cauré-í, coleirinha, falcão-de-garganta-branca, falcão morcegueiro e temtenzinho.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves



Ocorrência: Argentina, Brasil (em praticamente todo o território) e México.

Características: É uma ave com 27 centímetros de comprimento, em média, com dorso negro; bico amarelo, com detalhe negro na ponta; listra branca acima dos olhos; garganta e parte do peito brancos; peito preto com branco; ventre marrom-ferrugíneo ou amarelo-ferrugíneo (em indivíduos jovens) e pés e pernas amarelos.

Habitat: Gosta de campos abertos, cerrados, bordas de matas.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de morcegos, insetos, aves, pequenos roedores, lagartos e cobras.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz ninho em ocos de árvores, muitas vezes reaproveitando ninhos antigos de pica-paus. Põe de 2 a 3 ovos que levam, em média, 20 dias para eclodirem. A fêmea cuida do ninho e o macho obtém alimento para ela e os filhotes.

Predadores: Outras aves de rapina(atacam os filhotes) e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Jenipapo-de-cavalo

Jenipapo-de-cavalo

Nome científico: Tocoyena formosa.

Sinônimos: Jenipapo-bravo.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Habitat: Cerrados e campos abertos.

Características: É uma arvoreta de até 2 metros de altura, pouco esgalhada, tronco e galhos tortos, folhas grandes, até 25 centímetros, inteiras, opostas cruzadas, peninervadas, ovais, verde-brilhantes. Flores branco-amareladas. Frutos arredondados, com cerca de 6 centímetros de diâmetro.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Se dá por sementes. Essas tem pouca durabilidade de germinação. O ideal é usá-la ainda fresca, retirada do fruto maduro.

Utilidade: Muito útil na natureza devido a que seu fruto é consumido por alguns animais como pássaros e o lobo guará. Útil também na recomposição de mata por ser uma planta primária e servindo de proteção e sombra para plantas secundárias em desenvolvimento. É usada, ainda, como planta medicinal para rematismo e dores nas articulações, além de ser um excelente diurético.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Maminha-de-porca

Maminha-de-porca

Nome científico: Zanthoxilum rhoifolium.

Sinônimos: Mamica-de-porca, mamiqueira, mamica-de-cadela, juva, juvevê, espinho-de-vintém, mamica-de-condela, sauco, tachuelo, tambetari e mapurite.


                      Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai, Venezuela e Brasil, em praticamente todo o seu território.

Habitat: Matas de galeria, matas secas, cerrado e carradão.

Tipo de solo: Gosta de solos semi-ácidos e bem drenados.



                      Foto: Maria do Carmo Silva


Características: É uma árvore de porte pequeno/médio, chegando a 12 metros de altura, tronco reto, claro, com espinhos proeminentes, de base larga e ponta fina, bastante esgalhada, densamente folhada, folhas ovais, opostas, imparipenadas. Flores abundantes, melíferas. Frutos pequenos, arredondados. Floresce em outubro a fevereiro e frutifica de fevereiro a junho.

Luminosidade: Intensa, sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Usos: Empregada no reflorestamento primário, pelo seu rápido crescimento e pelo fornecimento de sombra para plantas secundárias. Sua madeira é de baixa qualidade.

Observação: É uma árvore muito útil para o equilíbrio da natureza uma vez que fornece alimento para insetos e pássaros, oferece abrigo para pássaros e sombra, como já mencionado, que favorece o crescimento de plantas secundárias.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!