expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

Translate

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Canário-da-terra-verdadeiro

Canário-da-terra-verdadeiro

Nome científico: Sicalis flaveola.

Sinônimos: Canário-da-horta, canário-da-telha, chapinha, coroinha e cabeça-de-fogo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil, mas muito raro na Amazônia. Ocorre também na Bolívia, Colômbia, Equador, Guianas, Paraguai, Uruguai, Argentina e Peru.

Habitat: Gosta de locais abertos como campos, caatingas, cerrados, várzeas, etc.

Características: É uma ave com 14 centímetros, em média, peito amarelo, dorso amarelo com estrias negras, pernas rosadas e canto melodioso peculiar.

Hábitos sociais: Vivem em casais ou bandos.

Hábitos alimentares: Alimentam-se de sementes de gramíneas e alguns insetos.






    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em buracos de árvores, ninhos abandonados como o de joão-de-barro e em telhados das casas. Põem de 3 a 4 ovos que levam, em média, 15 dias para chocarem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, gatos domésticos, serpentes e lagartos.

Status ecológico: Em risco de extinção na natureza por causa da captura desenfreada por seu canto melodioso.
Abraço preservacionista!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Bacupari-de-moita

Bacupari-de-moita

Nome científico: Peritassa campestris.

Sinônimos: Bacupari e bacupari-do-cerrado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Goiás e São Paulo.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados, locais com ótima luminosidade e bem ventilados.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Características: É um arbusto de até 1 metro de altura, bem esgalhado, com folhas lanceoladas, verde-brilhantes. As flores são emitidas na primavera. São pequenas, branco-amareladas. Os frutos se formam e amadurecem no verão. são arredondados com um biquinho similar ao da pera. Seu sabor é muito doce.

Status ecológico: Com a derrubada do cerrado para fazer pastagens ou agricultura, corre risco de extinção.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Mata-barata

Mata-barata

Nome científico: Andira humilis.

Sinônimos: Angelim, angelim-do-campo e angelim-rasteiro.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: No bioma cerrado.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados e luminosidade direta.

Características: É um arbusto de até 40 centímetros de altura, com folhas imparipenadas, folíolos opostos, verde-brilhantes. Flores em cachos, roxas. O fruto é uma baga. possui odor agradável. A planta é considerada tóxica.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Usos: Sua raiz é usada empiricamente para fabricar inseticidas, usando-se 50 gramas de raiz por um litro de álcool. Muitos estudos estão sendo feitos na área, mas ainda sem resultados conclusivos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Tico-tico-do-campo

Tico-tico-do-campo

Nome científico: Ammodramus humeralis.

Sinônimos: Tico-tico-rato e grassland sparrow (em inglês).


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente toda a América Latina, menos no Chile e no Equador.

Habitat: Gosta de espaços abertos como cerrados, caatingas, campos e bordas de matas.

Características: É um pássaro com média de 13 centímetros, com coloração marrom-pardacenta, com detalhe amarelo no encontro das asas e nos cílios. Possui canto melodioso.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de sementes e insetos.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Faz seu ninho no chão, protegido por moitas de cipó, por exemplo. Põe de 2 a 3 ovos de coloração azulada que levam, em média, 18 dias para eclodirem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Serpentes e aves de rapina.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Pica-pau-anão-barrado

Pica-pau-anão-barrado

Nome científico: Picumnus cirratus.

Sinônimos: Picapauzinho, picapauzinho-barrado e pinicapau.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre parcialmente na Amazônia, parte do Centro-oeste e no Sudeste do Brasil.

Habitat: Gosta de matas semi-abertas ou orla de matas.

Características: É uma ave pequena com cerca de 11 centímetros, dorso acinzentado, peito e ventre carijós, cabeça na parte anterior com um topete vermelho (apenas o macho) e parte posterior barrada de preto e branco.

Hábitos sociais: Vive solitário, só se juntando à fêmea durante a reprodução.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos como formigas e cupins capturados em galhos e folhas de árvores.



    Foto: Evandro Carlos ferreira dos Santos


Reprodução: Faz seu ninho em ocos de árvores, cavados por eles mesmo ou reaproveitando ninho de outros pássaros. Põe de 2 a 4 ovos que levam cerca de 18 dias para chocarem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Alguns lagartos podem se alimentar dos ovos ou dos filhotes recém-nascidos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Teiú

Teiú

Nome científico: Existem várias espécies de teiú, sendo as três de maior ocorrência: Tupinambis teguixim, Tupinambis refescens e Tupinambis merianae.

Sinônimos: Tiú, lagartiú, teju, jacuaru e caruaru.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em boa parte da América dos Sul e em todo o Brasil.

Características: É uma lagarto grande (pode chegar a 2 metros de comprimento) que varia de coloração de cordo com a idade ou espécie, pode ser negro, esverdeado ou vermelho amarronzado, mas sempre com listras e pintas por todo o corpo. Normalmente foge com a aproximação do ser humano. Mas pode se tornar agressivo com animais domésticos ou se for encantoado.

Habitat: Gosta de locais com folhas e cipoais onde possa se esconder com facilidade. Adapta-se no cerrado, na caatinga e em matas mais fechadas.

Hábitos sociais: Vive solitário.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de vegetais, artrópodes, carniça, pequenos vertebrados, ovos e camundongos e ratos.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Escolhe tocas em ocos nas raízes de árvores ou aproveita buracos feitos por tatu. Põe cerca de 30 ovos que levam em torno de 90 dias para eclodirem. Os filhotes já nascem autônomos, sendo cópias fiéis dos adultos. A maioria não chega a idade adulta.

Predadores: Filhotes são predados por outros lagartos, cobras e aves de rapina. O adulto pode ser atacado por onças pardas, jaguatiricas, aves de rapina, etc.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Bacupari

Bacupari

Nome científico: Garcinia gardneriana, Garcinia madruno, Garcinia brasiliensis, etc.

Sinônimos: Bacopari, bacoparé, escropari, limãozinho, mangostão-amarelo e remelento.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Ocorre em todo o Brasil, mas com maior incidência na Amazônia.

Ambiente: É uma planta que adapta-se em quase qualquer tipo de ambiente, dada a sua distribuição em praticamente todos os biomas.

Características: É uma árvore de média a alta, chegando aos 17 metros de altura. Bastante esgalhada, com folhas ovadas, verde-brilhante a verde-escuro, dependendo da luminosidade disponível. Floresce de julho a setembro e frutifica de outubro a janeiro. Seus frutos são meio ovalados, com um biquinho. Sua polpa é doce e remelenta.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Plantio: As sementes devem ser retiradas do fruto maduro e não podem ser estocadas por muito tempo. De preferência devem ser plantadas ainda frescas. Use uma mistura de solos e adubos orgânicos, fure pequenos buracos de cerca de 5 centímetros de profundidade, coloque a semente e cubra. Leva entre 15 e 45 dias para nascer.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista.