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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Castanha-de-cipó

Castanha-de-cipó

Nome científico: Dicella bracteosa.

Sinônimos populares: Avelã-de-cipó, amendoim-de-cipó e guayki-manduvi.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nos estados e Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Bahia.

Características: É uma trepadeira que pode alcançar até 10 metros de comprimento, formando, normalmente pequenas moitas nas árvores nas quais se sustenta. Possui caule cilíndrico, folhas ovaladas, simples, opostas, verdes-brilhantes a verdes-escuras, dependendo da luminosidade recebida. Flores pequenas, amarelas, em cachos. frutos arredondados, com micro-cerdas urticantes, que podem queimar locais de pele mais fina. Floresce em dezembro e frutifica em fevereiro/março.

Habitat: Matas ciliares, matas de transição e mata atlântica.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipo de solo: Gosta de solos férteis e bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Deve ser feito com o fruto maduro, inteiro. Faça uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem. Plante e regue em abundância. Leva de 30 a 70 dias para nascer. Para melhor cultivo, plante junto à uma árvore em que ela possa se sustentar ou faça um suporte artificial para ela subir.

Utilizando o fruto: Leve o fruto inteiro ao fogo, diretamente, para sapecar as micro-cerdas urticantes. Logo em seguida, pode-se abrir os frutos e comer sua castanha. Possui sabor similar ao do amendoim.

Status ecológico: Sem risco imediato de extinção, embora seu habitat seja constantemente ameaçado.

Abraço preservacionista!

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