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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Cigarras

Cigarras

Ordem: Hemiptera.

Subordem: Homoptera.

Família: Cicadidae.

Nome científico: Existem mais de 100 gêneros e um pouco mais de 1500 espécies de cigarras. A mais comum no Brasil é a Carineta faciculata.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Em países de clima tropical..

Sinônimos populares: Cega-cega.

Características: São insetos alados que variam de tamanho segundo a espécie. Podem ser pequeníssimas, com cerca de 15 milímetros ou chegarem a 7 centímetros. A maioria apresenta dois grandes olhos, asas transparentes, e podem variar de cor, desde o cinza a algumas cores como verde e amarelo. Cada uma delas tem um canto específico, uns, mais curtos e outros, mais longos. Os machos cantam estridentemente e as fêmeas, bem baixinho.

Hábitos sociais: No estado larval, são encontradas em pequenas colônias. Depois de adultas, vivem solitárias, encontrando-se apenas para reprodução.

Hábitos alimentares: No estado larval, alimentam-se da seiva das raízes das plantas. Adultas, alimentam-se da seiva dos troncos ou das folhas.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Os machos entoam o seu canto como atrativo para a fêmea. Após o acasalamento, a fêmea põe seus ovos nas cascas das árvores. Quando nascem, as ninfas caem e entram no solo. Vivem ali, segundo a espécie, de 1 a 17 anos, alimentando-se da seiva das raízes. Quando adultas, saem da terra e passam pela metamorfose final, desenvolvendo suas asas e indo em busca de um parceiro para a reprodução. O adulto vive de uma duas semanas.



     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Predadores: Aves e micos.

Mito: As cigarras cantam até estourarem. Aquela casca estourada encontrada nos troncos de árvores são apenas as partes externas da fase larval da cigarra. Acontece que ela precisa estourar essa casca para que suas asas se desenvolvam.

Problema: São pragas que atacam cafezais e laranjais, dando grande prejuízo para os agricultores, por causa do hábito de se alimentarem da seiva das raízes dessas plantas em seu estado larval. Normalmente são combatidas com inseticidas sistêmicos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

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