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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Feijão-de-boi

Feijão-de-boi

Nome científico: Dioclea grandiflora.

Sinônimos: Olho-de-boi, queima-queima e coo-ronha.

Ocorrência: Brasil, de norte a sul.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É um cipó, com tronco cilíndrico, folhas alternadas, imparipenadas, ovaladas, verde-brilhantes, caducas (caem no inverno). Suas flores ocorrem em belos cachos arroxeados. O fruto é uma cápsula parecida com o jatobá, meio aveludado,  de 6 a 20 centímetros de comprimento. Depois de seco espalha suas sementes achatadas e circulares, que lembram levemente um olho de boi. A frutificação ocorre entre os meses de junho e outubro.

Ambiente: Quente e seco durante o dia, com queda de temperatura e aumento de umidade durante a noite. Média luminosidade.

Status ecológico: Embora ocorra numa área ampla no território nacional, não é uma planta abundante na natureza. Mas não corre risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quinta-feira, 31 de março de 2016

Mergulhão-caçador

Mergulhão-caçador

Nome científico: Podilymbus podiceps.

Sinônimos: Peca-parra.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Chile, Argentina e Brasil de Nordeste a Sul.

Características: É uma ave com até 40 centímetros de comprimento e cerca de 60 centímetros de envergadura, com asas e dorso escuros, garganta e peito esbranquiçados, bico grosso, largo, cinza-claro. Na época de reprodução o macho apresenta um anel preto em volta do bico e adquire tons acastanhados no peito e garganta.

Habitat: Gosta de lagoas e rios de curso lentos, com juncos e aguapés.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de pequenos peixes, cobras aquáticas, crustáceos, anfíbios e larvas aquáticas de insetos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho flutuante em meio a aguapés e juncos. Esse ninho é feito com junco e capim seco. Põe de 4 a 6 ovos que levam, em média, 23 dias para eclodirem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, répteis aquáticos como jacarés e cobras.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

sexta-feira, 25 de março de 2016

Guabiroba-do-cerrado

Guabiroba-do-cerrado

Nome científico: Campomanesia adamantium.

Sinônimos: Guabiroba-de-moita.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves



Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Goiás e Parte do Mato Grosso.

Ambiente: Ocorre no bioma do cerrado, em solos pobres, semi-ácidos, bem drenados.

Características: É uma arbusto de até 2 metros de altura, bastante esgalhado, bem folhado, com folhas opostas cruzadas, ovadas, verde-brilhantes. Flores brancas, frutos amarelos, arredondados, com cerca de 2 centímetros de diâmetro, muito saborosos.




    Foto: Maria do Carmo Silva


Frutificação: Ocorre de dezembro a fevereiro.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!


quarta-feira, 16 de março de 2016

Murici-doce

Murici-doce

Nome científico: Byrsonima verbacifolia.

Sinônimos: Murici-de-folha-larga, Murici-graúdo e murici-verdadeiro.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, parte do Mato Grosso e Bahia.

Características: É uma árvore de até 6 metros de altura, tronco semi-rugoso, torto, bastante esgalhado, folhas inteiras, obovadas, opostas cruzadas, parimpenadas, verde-escuras na parte superior e verde-foscas, meio aveludadas, na parte inferior. Flores amarelas, em cachos, frutos arredondados, amarelo-ouro. frutifica de janeiro a março.

Tipo de solo: Gosta de solos semi-ácidos, com pouca compactação e bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes.

Usos: Seu fruto é saboroso e pode ser consumido in natura, em doces e geleias e é bastante apreciado curtido na cachaça.

Abraço preservacionista!

sexta-feira, 11 de março de 2016

Pato-selvagem

Pato-selvagem

Nome científico: Cairina moschata.

Sinônimos: Pato-do-mato, pato-crioulo, pato-bravo, cairina e pato-mudo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Argentina e América-Central até o México.

Características: É uma ave com cerca de 70 centímetros de comprimento, 40 centímetros de altura e até 1,20 metro de envergadura. Possui praticamente todo o corpo negro, exceto uma parte da asa que é branca. Um dos nomes populares, pato-mudo, deriva-se do fato de não ser barulhento como os demais patos, marrecos, etc.

Habitat: Gosta de áreas encharcadas, lagoas e beiras de rios.

Hábitos sociais: Normalmente é solitário. Os casais encontram-se apenas na época de acasalamento.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de raízes, sementes, plantas aquáticas, invertebrados (aquáticos ou terrestres) e larvas de insetos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho bem protegido em ocos de palmeiras mortas, podendo alcançar até 5 metros de profundidade na palmeira. Põe até 15 ovos que levam, em média, 30 dias para eclodirem. A fêmea cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, serpentes e pequenos felinos selvagens.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Murici-rosa

Murici-rosa

Nome científico: Byrsonima coccolobifolia.

Sinônimos: Murici-da-flor-rosa, murici-de-chaparro e somanera.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Centro do Brasil.

Ambiente: É natural de solos semi-ácidos a ácidos, bem drenados, excelente aeração.

Luminosidade: Sol pleno.

Características: É uma árvore de até 5 metros de altura, bem esgalhada, tronco liso, folhas opostas cruzadas, inteiras, obovadas, coreáceas, verde-foscas. Sua floração ocorre em pequenos cachos, amarelo-róseos. Frutifica em janeiro e fevereiro. Fruto de 0,8 centímetros, arredondados, pouca polpa, mas muito saborosos, amarelo-róseos.



    Foto: Maria do Carmo Silva

Usos: Seu fruto pode ser consumido in natura, em doces e geleias ou em conservas em bebidas como a cachaça.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Maria-faceira

Maria-faceira

Nome científico: Syrigma sibilatrix.

Sinônimos: Coaracinumbi e whistling heron (em inglês)


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Centro-sul do Brasil, Venezuela, Colômbia, Paraguai, Bolívia e Argentina.

Habitat: Gosta de locais abertos como cerrados, campos secos e margens de lagoas.

Características: É uma ave pernalta de até 55 centímetros de altura e envergadura de 80 centímetros, pernas longas, finas, negro-acinzentadas, dorso e ventre cinza, peito, garganta e parte superior do pescoço branco-amarelado, bico vermelho com a ponta negra, máscara negra ao redor dos olhos e um pequeno topete penteado para trás de cor negra.

Hábitos sociais: Vive em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se  de insetos, anfíbios, pequenos roedores, peixes pequenos, minhocas e cobras.





    Foto: Maria do Carmo Silva


Predadores: Aves de rapina.

Reprodução: Faz seu ninho em árvores altas, põe de 3 a 4 ovos que levam, em média, 26 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!