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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Fisális

Fisális

Nome científico: Physalis angulata.

Sinônimos populares: Camapu, balãozinho, juá-liso-de-moita, juá-de-capote, mata-fome, fisális-do-mato e fisális-do-campo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o território brasileiro.

Características: É uma planta de até 80 centímetros de altura, com ramos angulosos, folhas alternadas, semi-serreadas, lanceoladas, verdes-foscas. Flores solitárias, amarelo-escuras. O fruto é uma baga arredondada, com cerca de 2 centímetros de diâmetro, casca fina, amarela ou verde-amarelado. Sabor agridoce.

Habitat: Campos baixos como várzeas ou próximo a lagoas.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes.

Plantio: Pode ser feito em canteiro ou vaso. Em canteiro, afofe bem a terra e misture com carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Coloque as mudas em espaços de 50 centímetros. Em vaso, coloque um pouco de caco te telha no fundo para facilitar a drenagem, um pouco de terra, coloque a muda e cubra com a mesma mistura citada acima.

Regas: Diárias.

Usos: Na natureza, serve de alimento para uma boa gama de aves. Na alimentação humana, está começando a ser cultivada comercialmente.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!


sábado, 4 de fevereiro de 2017

Caqui-do-mato

Caqui-do-mato

Nome científico: Diospirus brasiliensis.

Sinônimos populares: Olho-de-boi e jacuíba-açu.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, na região central.

Habitat: Gosta de mata mata atlântica, matas de transição e cerrado.

Características: É uma árvore de até 9 metros de altura, tronco liso, marrom-acinzentado, bastante esgalhada, densamente folhada, com folhas alternadas,ovaladas, verdes-brilhantes na parte superior e verdes-foscas na parte inferior. Flores pequenas. Frutos arredondados, amarelos quando maduros, com polpa dura (não comestível para humanos), sementes envoltas por um arilo branco, adocicado, comestível. frutifica, dependendo da ocorrência de fevereiro a junho.

Tipo de solo: Solos semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Leva de 30 a 60 dias para nascerem. A árvore começa a frutificar a partir do quarto ano.

Usos: O seu fruto serve de alimentos para micos, macacos e algumas aves. Pode usada na recuperação de matas como reflorestamento primário, devido ao seu rápido desenvolvimento.

Status ecológico: Embora seu habitat esteja constantemente ameaçado, ainda não corre o risco de extinção.
Abraço preservacionista!


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Cigarras

Cigarras

Ordem: Hemiptera.

Subordem: Homoptera.

Família: Cicadidae.

Nome científico: Existem mais de 100 gêneros e um pouco mais de 1500 espécies de cigarras. A mais comum no Brasil é a Carineta faciculata.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em países de clima tropical..

Sinônimos populares: Cega-cega.

Características: São insetos alados que variam de tamanho segundo a espécie. Podem ser pequeníssimas, com cerca de 15 milímetros ou chegarem a 7 centímetros. A maioria apresenta dois grandes olhos, asas transparentes, e podem variar de cor, desde o cinza a algumas cores como verde e amarelo. Cada uma delas tem um canto específico, uns, mais curtos e outros, mais longos. Os machos cantam estridentemente e as fêmeas, bem baixinho.

Hábitos sociais: No estado larval, são encontradas em pequenas colônias. Depois de adultas, vivem solitárias, encontrando-se apenas para reprodução.

Hábitos alimentares: No estado larval, alimentam-se da seiva das raízes das plantas. Adultas, alimentam-se da seiva dos troncos ou das folhas.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Os machos entoam o seu canto como atrativo para a fêmea. Após o acasalamento, a fêmea põe seus ovos nas cascas das árvores. Quando nascem, as ninfas caem e entram no solo. Vivem ali, segundo a espécie, de 1 a 17 anos, alimentando-se da seiva das raízes. Quando adultas, saem da terra e passam pela metamorfose final, desenvolvendo suas asas e indo em busca de um parceiro para a reprodução. O adulto vive de uma duas semanas.



     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Predadores: Aves e micos.

Mito: As cigarras cantam até estourarem. Aquela casca estourada encontrada nos troncos de árvores são apenas as partes externas da fase larval da cigarra. Acontece que ela precisa estourar essa casca para que suas asas se desenvolvam.

Problema: São pragas que atacam cafezais e laranjais, dando grande prejuízo para os agricultores, por causa do hábito de se alimentarem da seiva das raízes dessas plantas em seu estado larval. Normalmente são combatidas com inseticidas sistêmicos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

domingo, 22 de janeiro de 2017

Cafezinho

Cafezinho

Nome científico: Rhamnidium elaeocarpum.

Sinônimos populares: Saraguají, saraguaí, tarumaí.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, da região Nordeste à região Sul.

Características: É uma árvore de até 15 metros de altura, com tronco liso, cinza-amarronzado, bem esgalhada, densamente folhada, folhas inteiras, opostas, simples, ovadas, verdes-brilhantes. Frutos ocorrem de novembro a fevereiro. São arredondados, com 0,80 centímetro de diâmetro, negros quando maduros. Possuem pouquíssima polpa, com sabor adocicado, parecido com tutti-frutti.

Habitat: Orla de matas, margens de grotas, mata ciliar.

Tipo de solo: Adapta-se a qualquer tipo de solo. A sua altura e porte depende desse fator. Assim, ela varia de 3 a 15 metros. Pode ficar menor em solos pedregosos e pobres e maior em solos menos compactos e férteis.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Leva de 30 a 60 dias para nascer. Árvore de crescimento rápido. Frutifica, em média, com quatro anos.

Usos: Seu fruto saboroso pode ser consumido in natura ou em forma de suco. Também é muito apreciado por pássaros. Pode ser usada no reflorestamento primário, devido ao seu crescimento rápido.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

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you tube/ Daniel Carvalho Gonçalves

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Mama-cadela

Mama-cadela

Nome científico: Brosimum gaidichaudii.

Sinônimos populares: Apinima, mamica-de-cadela, algodão-do-campo, amoreira-do-campo, mururerana, apé e inhoré.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-oeste.

Características: É um arbusto ou arvoreta de até 3 metros de altura, pouco esgalhado, caule liso, cinza ou marrom-avermelhado, folhas inteiras, simples, alternadas, oblanceoladas, verdes-brilhantes. Flores pequenas. Frutos arredondados. meio irregulares, possuem látex quando verdes, amarelos-dourados, quando maduros, fibrosos.

Habitat: Gosta de mata atlântica, cerrado e caatinga.

Tipo de solo: Não é muito exigente, ocorrendo desde solos férteis a solos ácidos.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Usos: O fruto pode ser consumido in natura ou em forma de geleia e suco. O caule e as raízes são usados para tratamento de problemas de pele e vitiligo.

Status ecológico: Embora seu habitat esteja sendo reduzido drasticamente por ação do homem, ainda não encontra-se em extinção.

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Abraço preservacionista!




quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Pica-pau-verde-barrado

Pica-pau-verde-barrado

Nome científico: Colaptes melannochloros.

Sinônimos populares: Pica-pau-carijó.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, da região Nordeste à região Sul e em pequenos pontos da região Norte.

Características: É uma ave de 27 centímetros, em média, com o dorso, peito e ventre verde-oliváceo, pintalgado de preto (carijó). A cabeça possui um topete vermelho, uma máscara branca  nos olhos, do bico até a nuca, separando duas faixas negras, bico pontiagudo, próprio para captura de insetos. Na época de reprodução (a partir de julho) emite um canto que imita uma risada, similar ao do pica-pau-do-campo. São animais bastante territorialistas. Marcam seu território tamborilando uma determinada sequência de batidas em árvores secas.

Habitat: Vive em matas, em cerrado, caatinga e campos.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados em árvores e de frutos polposos.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Faz seu ninho em ocos cavados por ele mesmo em árvores secas ou aproveitando buracos naturais em árvores. Forra com madeira do próprio buraco, põe de dois a quatro ovos, que levam cerca de 18 dias para chocarem. Os filhotes são cuidados por ambos os pais.

Predadores: Aves de rapina.

Status ecológico: Embora seu ambiente venha sendo ameaçado, ainda não corre risco de extinção.

Abraço preservacionista!


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Castanha-de-cipó

Castanha-de-cipó

Nome científico: Dicella bracteosa.

Sinônimos populares: Avelã-de-cipó, amendoim-de-cipó e guayki-manduvi.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados e Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Bahia.

Características: É uma trepadeira que pode alcançar até 10 metros de comprimento, formando, normalmente pequenas moitas nas árvores nas quais se sustenta. Possui caule cilíndrico, folhas ovaladas, simples, opostas, verdes-brilhantes a verdes-escuras, dependendo da luminosidade recebida. Flores pequenas, amarelas, em cachos. frutos arredondados, com micro-cerdas urticantes, que podem queimar locais de pele mais fina. Floresce em dezembro e frutifica em fevereiro/março.

Habitat: Matas ciliares, matas de transição e mata atlântica.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipo de solo: Gosta de solos férteis e bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Deve ser feito com o fruto maduro, inteiro. Faça uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem. Plante e regue em abundância. Leva de 30 a 70 dias para nascer. Para melhor cultivo, plante junto à uma árvore em que ela possa se sustentar ou faça um suporte artificial para ela subir.

Utilizando o fruto: Leve o fruto inteiro ao fogo, diretamente, para sapecar as micro-cerdas urticantes. Logo em seguida, pode-se abrir os frutos e comer sua castanha. Possui sabor similar ao do amendoim.

Status ecológico: Sem risco imediato de extinção, embora seu habitat seja constantemente ameaçado.

Abraço preservacionista!